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Uma das coisas mais “chatas” é estacionar a nossa viatura. Desde procurar o lugar, ter carros estacionados “a meio”, até aos risquinhos e amolgadelas fruto de condutores menos atenciosos (ai se fosse o carros deles).

Certamente a Bosh e Daimler, dona da Mercedez-Benz ou da Smart, pensaram em todos estes detalhes e uniram esforços para desenvolver um parque de estacionamento automatizado. O sistema está activo em Estugarda no Museu Mercedes-Benz. O estacionamento está munido de vários sensores, fornecidos pelas Bosh, que comunicam com sensores localizados no automóvel. Em conjunto interagem com o meio que os rodeia interagindo com objectos, incluindo pessoas, por forma a evitar qualquer acidente.

Para estacionar, é simples! Basta parar o carro no local indicado e, com uma aplicação móvel, dizer-lhe para estacionar.
Depois disso o automóvel deambula parque fora até ao lugar destinado pelo sistema.
Para “tirar” o carro do estacionamento é só fazer o processo inverso. Pegar no telemóvel, abrir a aplicação e “chamar” a viatura.

Se tudo isto fosse feito com o relógio… sentir-me-ia o Michael Night 🙂

A transnacional Microsoft já havia anunciado, em maio do ano passado, a sua nova “arma”, o Azure Stack – um conjunto de produtos que permite construir a sua própria versão da cloud Microsoft Azure no seu centro de processamento de dados.

Esta segunda-feira, a Microsoft avançou que os sistemas, com a cloud integrada, da Dell EMC, da Lenovo e da HP Enterprise da Dell já estão disponíveis para pré-encomenda, com entrega prevista para setembro deste ano. Conforme a Microsoft, a Cisco e a Huawei apresentarão os seus sistemas brevemente, noticia o Business Insider.

Tratando-se de uma “nuvem híbrida”, o Azure Stack apresenta melhores qualidades que um centro de processamento de dados tradicional face à gestão de recursos. Esta nuvem permite um agrupamento dos recursos ao qual é fácil recorrer, caso necessário.

Os utilizadores que não podiam usufruir do Azure, devido à existência de regras contra o carregamento de certo tipos de dados para uma nuvem pública, vão poder fazê-lo agora. Embora funcione como o Azure, esta cloud contém os seus próprios servidores, sendo o poder de computação e o armazenamento disponível para o cliente a única diferença entre os dois.

É umas grandes tendências actuais: o reavivar as “velhinhas” máquinas de película!

Dito isto, a Kodak, de olho no mercado, está prestes a relançar, lá para o outono, um dos filmes mais emblemáticos da marca: o Ektachrome!

Disponível no formato de 33mm e Super 8 este filme de slide permite praticamente anular qualquer erro ao fotografar ao contrário das películas em negativo. Usando um medidor de luz é meio caminho para obter exposições perfeitas cada vez que carrega no disparador.

Ver comunicado da Kodak

Artigo inspirado na newsletter enviada por Matthew Jordan Smith.

Os Linkin Park lançaram um site onde, através da rede Facebook, o utilizador partilha as suas fotos que, posteriormente, são inseridas no filme.
Não é algo de novo e é uma tendência que cada vez se vê mais: a personalização de conteúdos.

Neste caso a imagens inseridas são tão diminutas e de uma fonte tão vasta como a timeline que, caso não tenhamos alguma atenção, até parece que nada acontece.

Em todo o caso o clique está fantástico, uma ótima produção e bons efeitos visuais.